este é meu melhor blog.
tenho dito.
Embrace my heart and stay.
Oi, meu amor. Eu não me esqueci de você. Não consegui retirar da memória tudo aquilo pelo que passamos. Fui falho no quesito olvidar. E o pior é que eu não queria ser imperfeito pra você, mas é só o que sei ser. Saudade é pouco diante do que sinto. Descompensado, aéreo, corroído, ressacado, enovelado, empoeirado. Eu ainda lhes amo demais. Todos vocês. E odeio ser apenas um para vocês. Não gosto de só passar, mas é assim que são as coisas, né? Viver é complicado, meus lindos, eu acho. Eu sinto sua falta, de como eu conseguia suportar a tudo porque eu te tinha. não dá pra controlar. a escrita me abandona sempre. e eu desisto de sentir, de viver… eu só queria uma linha pra seguir, mas eu tirei as viseiras e vejo que não há só uma linha pra ser percorrida. os nossos amores são assim. Não amei todos vocês, ainda os amo, amos.
foda-se.
Por que essa dor? Por que eu opto em sofrer assim por você? Por que eu fico relembrando tudo que vivemos? Por que tu me trocaste assim tão facilmente? Eu tô arrasado. Não quero fazer um post poético. Só tô tentando desesperadamente vomitar tudo isso pra ver se ajuda. Eu não queria te perder, bô. Não queria! Eu queria que fosse tudo verdade o que você me disse: as promessas, os beijos infindos, a casa, o abraço… Qual o meu erro? Por que não damos certo? Cadê você? ‘Você não me ensinou a te esquecer.’
Saudades estranhas.
Eu só queria te exorcizar de mim. Arrancar todas as marcas intensas das suas juras eternas. Desistir desse desarranjo de insistir no rearranjo. Porque é assim que temos que continuar: você sem mim, eu em você. Até que eu me desamarre, amém!
:(
nãoqueriaterdeconfessarissomasachoquenãotenhoumamigopramedarumabraçoaquiagora.
É tudo e nada?
Ser radical? Será que isso é tudo (ou nada)? Ou o que voga é o meio-termo de uma vida mais ou menos? O que importa é viver ou ser vívido? Entenda a questão: a gente deve viver pela razão ou ser fruto da emoção? Surge agora outra dúvida: devemos? Devemos nos preocupar? Eis o embate entre emoção e razão do que sempre me esquivo. Não quero me fechar, me enclausurar num comedimento traumático. Não é porque vejo uma história se repetindo que ela vá ter o mesmo final. No final eu gosto de amar. Assim, sem retorno, completamente gratuito. Pois é! Eu amo! E não segue uma regra de esperar três anos pra que isso ocorra. Não me julguem! Ou julguem, vocês são livres. Por favor, me ensinem a ser livre! Porque esses assuntos que não me competem entender me incomodam muito.
Azeviches.
Me sinto frágil. Logo eu, essa fortaleza de diamante! Tenho medo de mim. Do que eu tenho me feito. É insuportável conviver com o inimigo assim tão íntimo! Uma angústia me consome. Sinto um demônio engasgado na cabeça. Quero só luz para alumiar minhas dúvidas azeviches. Alguma sábia palavra para me confortar, please!!!
Você é goiaba?
Quando um homem tem uma mangueira no quintal ele não é goiaba. Deixa ele lhe mostrar!
— “Bom dia, boa tarde!” no seu pomar.
O que há de mal poder brincar de amar sem pensar no amanhã, sem nenhuma vergonha, numa cara de pau!? O que há de mal aproveitar um samba, numa tarde vazia? O que há de mal em ter um siricotico, ter uma aventura?
O que há de mal poder sair do sério? Sair de um velho tédio? Chuchu não é laranja! É só não misturar!
Beijo na sua boca, atrás da bananeira… E nessa boa moita (assanhada demais)…
— Corre pra ver: se é de olhar, se derreter, se de repente pode ser, se este instante lhe chamar: Viva, tenha!
—Corre pra ver: se é gostoso, por que não!? Se é bem bom pro coração, a gente vai pra ser feliz! Viva, tenha!
Verborragicamente incoerente.
Nossas relações são teatrais? Fingimos ser de um romance cujos personagens sempre tenham que viver uma trama necessariamente entrelaçada com amores, ódios, receios, orgulhos e os demais problemas possíveis? A resposta é não. Na verdade a arte, sejam os romances ou não, é baseada na vida comum, ou seja, o que está na novela ou o que Machado escreveu é seu lar, sua vivência. Contudo, não é sobre essa óbvia relação que queria explanar: o meu desejo se volta mais naquela velha agonia interna da insegurança de que estamos ou não vivendo personagens absortos (ou parcialmente absortos) aos nossos anseios e, por que não, realidade.
A experiência faz com que cada vez menos nos preocupemos com as coisas desagradavelmente desnecessárias. Aí me pergunto o que é, senão, adaptar-se ou até conformar-se? Seria uma forma de ser incoerente conosco mesmos? Você me diz que a situação rege nossa exceção de dizer que agora é necessário eu me adaptar e noutro instante é necessário eu me desvencilhar do que não me soma. Não sei se é perceptível para você, mas o que é essa necessidade de adaptar-se ou desvencilhar-se? Prazer! Puro e simples egoísmo de ter o melhor das nossas ambições para nós, felizmente, humanos. Felizmente incoerentes ou infelizmente coerentes? É muito difícil se relacionar veramente sem ser um ator nesta história Vida.
Não me garanto na qualidade de professor e, mesmo que sim, negaria o emprego. Ensinar não é impor conceitos, é expô-los e, por sermos tendenciosamente humanos, nunca apenas expomo-los. Não percebe? Estou ficando louco de saber isto: ser ou não ser eis a questão! Sendo não sendo eis a questão de verdade. Verdade? Eu sei lá da verdade? Percebeu agora? É tudo incoerência!
Como viver conscientemente com essa incoerência constante? Você está livre preso num corpo. Às vezes me dá uma vontade de ser passarinho. Só os pássaros são felizes e para eles, só os peixes são felizes que dizem que só os animais terrestres são felizes e estes dizem que só os humanos são felizes que dizem merda pra caralho! Pássaros não pensam e mesmo que pensem, somos nós que vamos pensar por eles? Deixemo-lhes em paz! Voemos o mais rapidamente possível pro próximo galho e abstraiamos os pensamentos ruins!
Onde o vento faz a curva. No olho do furacão.
O que há dentro do meu coração eu tenho guardado pra te dar. E todas as horas que o tempo tem pra me conceder são tuas até morrer!
E a tua história, eu não sei. Mas me diga só o que for bom. Um amor tão puro, que ainda nem sabe a força que tem, é teu e de mais ninguém.
Te adoro em tudo, tudo, tudo! Quero mais que tudo, tudo, tudo! Te amar sem limites: viver uma grande história!
Aqui ou noutro lugar, que pode ser feio ou bonito, se nós estivermos juntos, haverá um céu azul.
Sté/Djavan.