Um olhar muda tudo

30 04 2008

Até ontem eu não era ninguém, hoje eu já sou o vizinho da frente. Hahaha! Tô parecendo criança prestes a dar o primeiro beijo e essa sensação é incrível!





Vi(r)ado!

29 04 2008

Se há uma coisa que eu detesto é gente (bicha) que se acha!

Essa tentativa desesperada de tentar transparecer e (o pior!) de se preocupar com o que vão achar disso ou daquilo! Essa mania de rotular e ter preconceitos para não se misturar ou de mostrar uma alegria que não é sua com a intenção de impressionar para depois ter uma foda. Eu não acredito em Deus, mas acho que nessas horas Ele deveria existir para diminuir um pouco da vida desse povo que não sabe viver, desse povo que só vê nas outras culturas a melhor e única cultura, desse povo que só gosta do que é chique e cult, que só come piabas siamesas do mar morto, que tem quatrocentos centímetros de bíceps, que só usa a marca Internacional mais cara de todos os tempos, ah meu, fodam-se!

Você pode até gostar dessas coisas, mas daí se julgar superior por isso? No dia que alguém for superior a mim ou ao papa, Deus acaba com o mundo, tenho dito!

É! Tem dias que a gente tá virado pro mundo, este é um, mas não faz desmerecer tudo que eu disse!

Reflitam.

Sinto muito para quem não merecia ler isso.





Como é o Sté namorado?

28 04 2008

Bom, gaytinhos e amigaynhas! Desde o lançamento do blog, em todo momento vocês me viram assim: solteiríssimo! Mais livre que benga idosa em samba-canção, mais escrachado que a Dercy em congestionamento e às vezes mais ninguém-me-quer-vou-morrer que o normal! Porém, dia desses estava conversando com um amigo alegre e ele me perguntou como seria o Sté namorado. Bom, vou dizer pra vocês um pouco de como é um Sté bom-moço.

Sobre a fidelidade Prefiro não comentar. HAHAHAHA! Credo! Quem me vê assim pensa que eu sou o senhor entra-em-qualquer-buraco. Mas não! Pra entender isso acho que é necessário explicar o que é estar se relacionando com uma pessoa. Eu creio que estar com uma pessoa não é preciso essencialmente estar presa a ela, muito pelo contrário: não prender o fofo significa dar liberdade a ele, baby. Por isso, se eu sou altamente presente na sua vida, significa que eu tou gostando de você e que você está me dando atenção suficiente também.

O Sté namorando preza muito pela companhia: adora sair com o namorado e os amigos juntos, ir prum jantar juntos, ir pro banheiro juntos, dormir juntos, sorrir juntos, viajar juntos etc. Entretanto há momentos que o Sté namorado gosta de sair só com amigos (sem namorado) ou mesmo de estar só, o que não é maioria.

Não sou tão atencioso como deveria. Já me disseram que por isso eu tenho um ar egoísta, mas não é: é retardamento mesmo. Por isso, já digo logo futurelovesexguys que chamem atenção, puxem a orelha etc, porque não é culpa minha e não é pirraça eu parecer esse ser insensível e arrogante – é pura desatenção mesmo. Mas quando estou pessoalmente com o meu 16cmdeamor sou sim super atencioso.

Tento, de todas as formas, fazer o amoreco se sentir bem: conto piada, canto uma música, danço, faço qualquer negócio pra que ele não fique triste. Por falar em cantar, sou um compositor romântico. A cada grande paixão, geralmente, faço uma musiquinha pro chuchu, digo pepino. E não é só musiquinha: quando eu tou bem correspondido e tou gostando muito do beija-flor da minha roseirinha, eu compro presentes, faço surpresas, deixo recadinhos em cantos inesperados etc.

Também gosto de ciúmes! Gosto de que ele chegue pra mim e fale: ei, quem é aquele garoto que não tirava o olho de você e que trocou umas palavrinhas quando eu fui cumprimentar minha amiga? Eu também pergunto esse tipo de coisa! :P Mesmo dizendo esse papo de fidelidade no segundo parágrafo, eu gosto de “cuidar do milhão que me pertence”, porque além de tudo dá uma ênfase de que você não quer perder o carinha e que ele te acha importante também e não quer perder.

Sou carinhoso! Dou massagem, fico a noite abraçado, faço janta especial (ou tento), chamo de amor, vida, paixão, príncipe, mando declarações, ligo pra desejar bom dia e boa noite, pego na bunda em lugar público sem ninguém estar vendo 8) , pisco o olho, faço gestos de amor, solto internas que só a gente entende…

Pronto, se queriam saber, é mais ou menos assim como que é o Sté namorado. Tem outras bobagens que eu não falei aqui, porque, afinal, tenho de ter alguma coisa inédita pra mostrar pro bofedecabelocacheado… ops! falei demais.





Um filme de dois

28 04 2008

Costumo viver equiparando pessoas. Não com a intenção banal de saber quem é gentil ou arrogante, inteligente ou desligado, vencedor ou perdedor etc. Comparo apenas por comparar, é uma distração. Ao ver um filme, por exemplo, busco ver suas personagens pessoas que conheço. O mesmo se aplica a livros, músicas, jornais e histórias que crio na cabeça. Talvez por isso, vivo assim na fronteira do fantástico mundo de Bobby e as fumacinhas idealizadas de Doug Funny. E olhando por esse lado, assim, meio expectador do mundo, é até engraçado quando percebo que isso tudo que somos – carne, veias, ossos, neurônios – consegue tomar formas tão confusas como os sentimentos. Pode parecer um papo infantil, ou de um filósofo barato, pode parecer o que quiser, use sua imaginação! E foi isso: nada a mais e nada a menos a maior lição que tive!

H,

Sempre escutava você falar da sua fábrica de chocolates e admito: essa foi a sua mais nova lição que ainda não tinha aprendido! É estranho ver como depois desses dois anos tanto você (com minhas “coisas e palavras de velho”) quanto eu (com seus “doces e medos de criança”) ainda tenhamos tantas coisas para compartilhar e dividr. Bom é ver que as nossas sementes ainda brotem plantinhas verdes que aos poucos vão fortificando e entranhando nossa mata dos pensamentos.

Você bem sabe que não sou de ver televisão, assim como eu também sei que você não acredita no destino. Mas por acaso do destino me deu vontade de apertar o POWER daquele controle sobre o centro e pressionar dois botões para me prender por mais de uma hora àquele tubo de imagens. Estava passando o seu filme preferido: A fantástica Fábrica de Chocolate. É! Aquele a que sempre me recusava a assistir!

Mas dessa vez este tempo frio me fez ceder àquela agradável sensação de nostalgia que começava a brilhar no meu aparelho luminoso. Mesmo sem assistir, eu sabia exatamente o que cada um daqueles personagens fazia e como eles seriam malsucedidos, salvo o protagonista, ao decorrer do filme. Eu sabia que Agustos Gloop iria cair no rio de chocolate, que Violet Beauregarde – a menina da foto do chiclete que você colocou de forma idêntica no seu antigo fotolog – iria mascar um chiclete tornanda-a uma amora gigante, que Veruca Salt – a qual sempre conseguia tudo através do pai viúvo – iria querer um esquilo que não era permitido a ela ter e que Mike Teavee iria entrar na televisão e ficar encolhido. Sabia até da musiquinha que você cantarolava à noite nos meus ouvidos, a qual tocava assim que eles entraram na fábrica, mas o que você nunca tinha me contado era: quem era Charlie Bucket!

Como foi bom perceber os grandes ensinamentos que aquele pequeno personagem ensinou para aquele grande homem dos negócios! E como às vezes parecíamos tanto com todos aqueles personagens: ora você com o ar de “meu pai me odeia” de Willy, ora eu com o ar cético de Mike; ora você com aquele tom de fazer tudo certinho (do pai do Charlie), ora eu com as palavras-chaves de Charlie. E foi assim que nesse filme de vários personagens percebi que todos estavam unidos em dois.

É nessas horas que eu vejo e revejo os meus mais firmes conceitos e percebo que de nada vale o saber de um velhinho, sem a beleza de uma criança.

Sté Silveira.





A janela perfeita.

25 04 2008

Onde eu moro, todas as janelas têm que ter cortina. Todos os apartamentos são de frente uns pros outros e mesmo com películas nos vidros, sem as cortinas, não dá! É algo parecido a um bbb caseiro. Quando eu vim morar aqui há dois meses atrás, desacostumado com isso, aposto que já fui pego muitas vezes pelos olhares vizinhos andando só de cueca, pelado e algumas vezes até excitado. 8) Assim como também já peguei (poucas vezes, admito) uma ou outra pessoa só de calcinha ou dançando uma coreografia estranhamente engraçada!

Foto da cena da cortina do filme Os Normais

Mas dentre essas espiadelas uma vez eu descobri que exatamente no bloco em frente ao meu no mesmo andar há uma coisinha mega fofa que dá vontade de colocar num pote, tirar pra brincar e colocar lá de novo pra ninguém tocar: meu vizinho da torre da frente! Vai imaginando aí, viado: Cabelos encaracolados, boca cor-de-rosa, uns 17 anos, alto, corpo normal, e se veste do jeito que eu acho marlindomundo: jaquetões de dias frios, bermudão e uma camisa preta básica com um mochilão atrás, sem esquecer da pele bem alvinha. Pois é, tô treinando uma forma de puxar papo com ele, mas eu mal o vejo. Geralmente o vejo pela janela quando está chegando da aula no seu bloco D de desejo e indo pro 302. Já o imagino entrando por aquela porta, jogando o mochilão no sofá, indo pra cozinha perguntar a sua mãe o que tem pro jantar, ir pro quarto e banheiro, banhar-se e voltar pra comer sentado de costas pra janela acompanhado dos famíliares ao redor da mesa.

É raro e muito casual eu o ver, mas quando o vejo passo uns bons 10 minutos suspirando e desejando beijar e desenfeitiçar o branco-de-neve. É! Eu sei que hoje em dia é impreciso dizer se o cara é frufru ou não, mas ele faz o estilo de quem come até mamões femininos, pra evitar os masculinos. Enfim, mas não custa nada fantasiar um pouquinho esse conto de fodas fadas.

Boa noite!





A arte de inventar desculpas!

24 04 2008

“Ruby Ruby Ruby Ruby acabou de entrar”. Daí eu todo empolgado pra dizer do ya, do ya, do ya, do ya dou um CTRL+C (filhodaputa) no site da letra da dita música de Kayser Chiefs e vou instantaneamente colar e dar ENTER na janelinha do msn do colega (que eu mal falo e que come bucetas) pra puxar um assuntinho legal, afinal adoro conversar sobre bandas indie 8)

Daí vai e aparece:

Sté diz:
http://gaytitus.ning.com/video/video/show?id=1040416%3AVideo%3A101040

PUTA-CARALHO QUE MERDA É ESSA? ME MALHEI E ME MALHEI FEIO, PORQUE ALÉM DE TUDO O VÍDEO É TRASH! Foi isso que balbuciei aqui me tremendo todo quando vi o link do vídeo que eu tava TENTANDO ver e não consegui e que por sinal parece ser outra bosta… Mas, como um botãozinho vermelho em que a gente aperta na hora do socorram-me-uma-biscate-quer-ficar-comigo, eu escrevi:

Sté diz (sonsamente):
Então, cara, cê curte Kayser Chiefs?
E continuei:
Ei, apareceu um link aí? Se aparecer não clique, é vírus. :x

E fingi com a cara mais lavada do mundo que nada tivesse acontecido! Na hora eu tive um momento Sheila Mello e virei água, mas me recuperei e continuei o papo lindamente. By the way… ele não curte Kayser Chiefs. Só gosta da música Ruby e da linguagem de computação que tem o mesmo nome. NERD!





Hoje estou…

24 04 2008

Vaidoso, muito vaidoso! Coisa de leonino e culpa do Bê, do V, do Neto, do P…

Bom dia! :D





Recadinho.

24 04 2008

Achei tão lindo isso quando li, que resolvi colocar no blog. É de um amigo meu para outro amigo, ambos só se conhecem da net e… bom, o resto VOCÊ vai entender.

Não queria nem estar admitindo pra mim mesmo tudo isso que estava sentindo. Começou aos poucos, foi devagarzinho. Parecia que seguia a regra que diz que tudo que começa lento, dura muito. E este sentimento está durando. Duro como um diamante e brilhante como tal. Com você é diferente: você é tão igual a mim. O que me faz gostar de você? Acho que é essa simplicidade ao falar, é essa igualdade para com todos, é esse sorriso sinceramente abundante…

É tão bom pensar comigo mesmo e poder dizer com clareza hoje o que sinto por você é bom e puro. Puro não no sentido sinhá moça, mas no sentido de ser honesto. Sei que estamos distantes e que tanto você, quanto eu não temos oportunidades de nos vermos. Sei também que esse lance de internet é balela. Mas o que são essas paixonites senão motivos cruéis para matarmos a razão e dar lugar a uma vontade incrivelmente boa de provar o amor platônico?

Se há alguém que merece grandes créditos e que não sabia, esse alguém é você. Você me faz querer te conhecer mais, me faz crer que existem pessoas exatamente iguais àquelas que queremos pra nós, me alimenta nessa vontade de querer saber de que forma você vai me fazer sorrir hoje…

Queria armar aquela barraca com você, passar uma noite inteira sorrindo, e dentre um sorriso e outro te beijar como forma de agradecimento. Queria cantar ao som do seu violão a mais bela canção que eu já pudesse fazer. Queria ver você pegar no batente, ir pra sua faculdade e, depois do trabalho, chegar no seu apartamento com aquela disposição que só os leoninos têm! Queria ver você com raiva pra só então dizer que eu tinha te deixado daquele jeito porque você fica lindo com as sobrancelhas apertadas e as maçãs do rosto vermelhas. Queria um dia te conhecer pessoalmente!

Não vou me precipitar mais (mais ainda?) e dizer pra você tudo que tenho vontade, a todo instante. Nem tampouco me fazer mudar depois de tudo que escrevi diante dessa pessoa incrível que você é pra mim. Posso estar trocando as bolas e confundindo toda essa admiração com amor, mas dentro desse falatório todo uma coisa é certa: é sincero.

E pra finalizar, essa é a hora que eu olho tudo isso que escrevi e vejo o quanto é ainda pequeno o que queria na verdade lhe falar, sem contar na sua cara de espantado ao saber que isso tudo foi escrito pra você. E sem falar também que só agora percebo que dentre esses cincos parágrafos, não citei uma vez sequer que você é extremamente lindo, tem um corpo perfeitamente confeccionado do jeito que eu gosto, tem um sorriso e uma boca que me faz babar, além de estar escândalo com esse cabelo curtinho. Mas enfim… tesão homossexual, te quiero mucho.

Bom dia e boa academia! :)

Aiai! Boa noite!





Plante uma árvore.

22 04 2008

Meu nome é Fácil, sobrenome Demais.

Sté, 16 de abril de 2008 .

Não há nada mais digno que jogar verde! É! Tipo quando aquele amigo seu (até então procriador) em brincadeiras sugestivas dá uma brecha pra você jogar um Ai! Se você gostasse de homem! com um “ar” de se colar, querido, ninguém desengata!

Ou quando o amigo já é frufru e você tira aquela brincadeira do Como eu queria afiar o meu lapisinho no seu apontador! 8)

Sem contar que dar uma jogada verde é sempre bom, pois além de uma maior intimidade e aumento no ego, você pode estar levando um bom pedaço de carne pra sua cama mesa!

Portanto, amigaynhos, joguem todas as suas tiradas sugestivas por um mundo mais verde e plantem até o talo essa árvore no seu quintal.





Ado… a-ado, o Sté é retardado.

21 04 2008

Como um metódico engenheiro que almejo ser, reservo, no meu continente pessoal, lotes iguais para as pessoas, que ao longo do tempo só vão perdendo espaço ou ganhando, a depender do seu valor merecido a ser ocupado. Infelizmente o meu continente é democrático: todos têm direito a um lote. O mesmo acontece para os que morrem, os quais vão pro cemitério do meu mundo. É simples e funciona.

Este feriado que passou, o qual não sei nem a quem foi o mérito (Hábeas Corpus, Peace and Love, etc), havia ficado tudo combinado para eu viajar com a minha mãe para uma capital próxima, pois haveria um festival com artistas fodas e que iria também rever uns amigos de datas. Fato é que minha mãe é metida a ser hipocondríaca e resolveu ficar doente minutos antes de viajar. Inventou que estava com dengue, mas que depois percebeu que era apenas uma febrezinha pesada… Macaco velho que sou e depois da discussão que tive com ela, mais uma vez não segurei e disse que isso tudo era drama pra ela não ir rever o namorado corno dela. E resolvi que definitivamente iria enterrá-la no meu cemitério.

No mesmo dia recebi outra proposta, dessa vez de um falecido beirando a ressurreição – meu pai – para ir passar o feriado na casa de praia. Se eu não estivesse liso, juro que não iria, mas a necessidade foi maior. Fui.

Fui eu, a namorada-prima do meu pai, o filho dela e meu irmão. E aqui entra uma pausa. Cara, definitivamente, há uma pessoa merecidamente enterrada a mais de 1km de profundidade no meu cemitério: meu irmão. Eu não sei se sou radical demais, ou se levo as coisas muito a sério (levo?), mas acho simplesmente insalubre a simples idéia que ele é meu irmão. Aargghh!

Eu fico pensando. Ok, mas o senhor coveiro não acha que seria pior se sua família fosse outra? Absolutamente! Eu enterraria mais que Michael Jordan num jogo contra a seleção acreana de basquete juvenil!

Mas voltando… Primeiro, a viagem foi um desastre: fui obrigado a tirar Legião Urbana para ficar escutando um funk seboso que meu irmão – o possuidor de todas as vontades realizadas – quis, sucedidamente, colocar. Tirando isso, ainda tive que suportar com um sorrisinho meia boca as gargalhadas e tentativas pessimamente mal sucedidas de arrependimento fingido do meu pai e da sua namorada ao observar o meu repúdio àquelas músicas e a voz ir-ri-tan-te do meu irmão cantando boladona.

Mas enfim. Chegamos. Estou a mais de 100km de casa, num lugar onde as pessoas ainda nem sabem quem é a menina Isabella ou youtube, acompanhado apenas das outras 4 pessoas que vieram comigo.

Às vezes eu acho que as pessoas pensam que eu sou um tapado metido a engraçado. Seja na faculdade com aquele professor FILHO DA PUTA MAL COMIDO de física, seja principalmente com meu pai. E, como deu pra perceber, eu costumo não dar uma de Xico Chavier pra falar com mortos. E entre falar com paredes e falar com mortos, é mais interessante perguntar se a massa ainda ta com aquela vida bem corrida ou se houve alguma rachadura no relacionamento entre os tijolos.

Infelizmente o papo foi ficando mais raro entre nós e tive a péssima idéia de ativar os meus poderes médiuns: fui hablar com os mortos. Bote péssima idéia nisso!

Meu pai acha que tudo que eu sinto, tudo que eu sou, tudo que eu falo é coisa de adolescente. E isso é motivo de gargalhar da minha cara de otário. Eu adoro rir de motivos realmente engraçados, adoro rir mesmo! Mas daí ficar rindo porque o próximo ta extremamente irritado é de matar!

Felizmente eu tenho um certo ar de conseguir irritá-lo. :) E o fiz! Depois que ele estava realmente p.u.t.o. fiquei rindo FRENETICAMENTE da cara dele, depois discuti e depois saí rindo de novo! O que fez a raiva dele elevar-se a potências!

Zumbi

No mais, o meu feriado serviu pelo menos eu ver uns nativos tu-do, uma praia MARA (v. foto), chorar com o “A culpa não é sua!” de Uma Mente Brilhante e terminar de ler o livro! Hahahaha! Por falar nisso, vou passar a comer só salmão e outras cositas que só via no natal (e olhe lá) diariamente!

Bom, me prolonguei demais! Beijos! By the way tô de volta.