Alguns fatos dessa semana, que por sinal, foi muito engraçada!
O Cuscuz
Então estavam todos sentados à mesa na casa da minha vó por parte de pai, daí meu pai soltou a pérola:
Pai: – Ah… mas tem uma coisa que eu não admito num filho de jeito nenhum… – Vixe! Lá vem uma bomba preconceituosa! E ele continuou – …é ele morar com os pais tendo uma mulher e filhos pra sustentar e não fazer nada pra mudar.
O estranho foi que eu tava comendo cuscuz na hora e dei uma gargalhada com farelos de milho fenomenal: taí uma coisa que eu nunca vou fazer com o senhor! Eu disse e tentei conter a gargalhada… E o povo que tava na mesa também riu, lógico que não do mesmo motivo.
A Lady
Esse ano de 2008 foi um ano de muitas desvirginações pra mim. Por exemplo: me desapaixonei de um grande amor, namorei por 3 meses, traí, já fiquei com 5 pessoas num motel, bebi e fiz merda, fumei, pedi pra ficar com um cara, fiquei trancado por horas num banheiro passando mal, tive uma ligação no disk sexo “virtual”, andei dentro da mala de um carro escondido, enfim experimentei um monte de coisas modernas, afinal, a gente tem que descobrir um pouco da V1D4 L0K4! E dentre esse bacanal de experiências todo eu fui também a primeira vez pra o açougue (lê-se boate gls). Eu até postei aqui. O que eu não contei foi que lá eu tinha visto uma pessoa conhecida de vista, mas não lembrava da onde.
Ok, passou. Daí hoje estava eu pegando uma apostila pra resumir, da faculdade da minha mãe, e quando volto, meu pai estava chegando na portaria do prédio e do banco traseiro salta uma quase-mulher que cumprimentou meu pai e sua namorada e saiu depois de ter me dado aquela olhadela. Da onde eu conheço esse cara? Foi aí que caiu a ficha e eu caí na gargalhada! Meu pai, sua namorada e meu irmão também!
A remota
Essa eu precisava contar! Dia desses eu fui pra uma balada no subúrbio aqui da cidade. Era show de uma banda cover de Los Hermanos (pois é eu gosto do som dos caras!), além de outra com covers de bandas de Indie rock. Galera bem alternativa e olhe que o ambiente não é dedicado a apenas o público GLS. Enfim, entramos no recinto eu e duas amigas. O ambiente é daqueles que tem uma luz vermelha no bar e um espelho enorme atrás com uns bancos daqueles de balcão junta à parede. Sim, parece muito com um bordel a entrada.
Adentramos mais, mas acho que a gente chegou meio que cedo demais e não havia mais que 7 pessoas, incluindo os barmans e o rapaz da mesa de som. Então a gente resolve se sentar numa mesinha no canto do salão. Beleza sentamos.
De repente um cara (muito afetado) olha pra a gente no canto e fala oi tudo bem?. Bom, como a gente não tava fazendo nada, minha amiga virou pra ele e perguntou se ele queria sentar. A vivida lógico que aceitou. E daí começamos a conversar. Lógico que a vivida tava de olho em mim, mas ela sempre começava elogiando as meninas:
- Olha você viu como os nossos cabelos são fofinhos? Já o deles dois (o meu e o da outra minha amiga) são lisinhos, quer ver? sente!
E pediu pra minha amiga passar a mão no cabelo dele e no de nós dois. Daí ele perguntou se poderia passar a mão no meu cabelo. Como eu sou muito fácil (mentchira! não ia dar um fora no cara só porque ele é afetado), deixei. Nossa! Que lisinho… delícia o seu cabelo. E isso a gente se roendo de rir! Eu não me agüento, não: se tem afetada na parada é batata horas de gargalhadas!
Não achando pouco, a minha amiga (a fidaputa idealizadora de chamá-lo pra sentar) diz pra a gente brincar de Eu nunca (descrição no final do post). Daí as perguntas tudo santas da gente do tipo: “eu nunca passei um calote”, “eu nunca transei na praia”… enfim, de todas as perguntas a única que eu não virei uma dose foi o do passar o calote. Entretanto eis que chega a ver do artista plástico de 54 anos perguntar:
- Eu nunca lambi um cu!
Puta que pariu! KKKKKKKKKK! Até hoje eu fico rindo disso! Foi foda! Depois disso, o papo foi se esvaindo e o show começou e a gente nunca mais se viu. Ah… e se querem saber, eu virei a dose com a pergunta da vivida.
By the way, eu sempre tive dúvida como é a vida de uma longeva. Apesar de saber que aquilo não é regra.
Jogo Eu nunca: É baseado num jogo de perguntas e respostas SINCERAS. Basicamente você diz uma coisa que você nunca fez e quem fez tem que tomar uma dose da bebida da mesa! Simples e revelador!