Material boy

29 11 2008

Ok, hoje vamos falar sobre amor (ou qualquer coisa extremamente parecida com isso). Eu fico me perguntando por que tudo não pode ser como antes? Por que eu tenho tanto receio de ficar com alguém? É incrível como uma pessoa de fora ache N motivos pra eu não ter esse receio, afinal, pessoas com problemas são pessoas que ainda não escutaram AQUELA frase. Sinto informar-lhes, mas nada é tão simples assim.

E, pra falar a verdade, estou começando a achar que o amor não foi feito pra mim. Não estou mais acreditando que vai me aparecer aquele cara perfeito e vá me deixar flutuando. Tô começando a colocar na minha cabeça uma idéia que acho que vai ser melhor pra mim. Bom, pelo menos não vai ser tão diferente do que eu estou passando: ficar com gente que não quero, só pra as satisfazer. Pelo menos vou ganhar uma grana! E esse sim, é um bom companheiro: dinheiro!

Mas aí eu penso (começou ¬¬): e se for assim mesmo? E se a vida nos demora esse tanto pra  mostrar uma pessoa que nos faça bem e nos complete no quesito que a gente precise? Será que eu vou encontrá-la estando mergulhado num mundo em que eu optei entrar? Se existir destino, pode ser… mas se não existir, é perda de tempo mesmo esperar. Detesto respostas que não tem nos livros!

A idéia é boa, mas pô-la em prática, cumpadi… eu me conheço, não vai acontecer nada parecido. É como eu disse uns posts antes: o que é meu tá guardado na academia, nas pratileiras das livrarias e nas filas do supermercado. Esperança. Pior que respostas que não existem é a esse sentimento que só leva a gente a ficar com cara de otário. Argh! :x





19 não é 20.

21 11 2008

Uma coisa eu garanto: se eu falasse o que eu fico pensando aqui, vocês teriam o blog mais movimentado que toda a internet já pudera suportar! Haha ;) É que fica passando tanto assunto na minha cabeça e eu gosto tanto de expor o que eu penso, que quando eu vejo, já foi! Hoje eu saí. Aqui era véspera de feriado, ou seja, a cidade ferve… ou quase isso.

Primeiro eu passei numa bouatchy pra ver como estava o movimento. A pessoa não podia entrar só pra olhar, mas como eu sou uma pessoa que não gosta de conversar com os outros, já fui criando intimidade com a mulher da organização e me foi concedida aquela entradela pra ver por quantas anda o ambiente. Bom, sendo bastante eufêmico eu vou dizer que estava meia-bomba, mas bote eufemismo nessa resposta! </ironia> Daí então decidimos ir pra outro estabelegaycimento pra saber como estava o movimento por lá também. Bombante, viu? Apesar de o som não ser dos melhores (pagode, forró, axé), deu pra agüentar, principalmente acompanhado das minhas amigas sapinhas. É, porque pra quem não sabe, eu só ando bem acompanhado.

Nesse meio, eu comecei a tomar umas brejas e umas caipirinhas e já fui virando os olhinhos, né? (pra falar a verdade, este texto ainda está sob o efeito alcóolico da minha noite). E agora, caros leitores, peço uma pausa. Respirem, porque <pasmem> eu estou começando a não me achar gay! Pois é! Euzinha da silva, hétera! HAHAHA! Como diz minha vó: quando a gente começa a andar com certo tipo de pessoa a gente costuma, querendo ou não, absorvendo algumas características delas. E, como eu só ando com as sapas… acho que to virando um girino! :o

Uma amiga disse que isso é normal e que eu não deveria me espantar. Ela disse até uma frase que eu vou repetir aqui <momento clichê: ON> Você gosta de pessoas e não do sexo delas. Bom, se não foi isso, foi quase isso. Mas é o seguinte: dezenove não é vinte, e além de dezenove não ser vinte, o que eu tinha pra contar era que eu to tendo que concordar com ela. To me acostumando com a idéia ainda, mas acho que vai ser mais fácil digerir, afinal, é mais simples!

Por fim, o que eu tenho pra dizer é que eu falei, falei, falei e não disse exatamente nada! É… fazer o que, né?

Boa noite!

PS: já tá virando rotina ou é impressão de eu fazer sempre um post que eu vá me arrepender de ter postado?





Primata idoso.

8 11 2008

Às vezes eu não queria ser tão macaco velho. Queria ter aquela pitada de ingenuidade no sangue ainda. Sempre fui muito comedido ao falar de mim mesmo, porque como eu já disse, quando falamos estamos querendo fazer uma projeção de nós mesmos e, certamente, essa projeção é exagerada. Mas ao mesmo tempo é engraçado, porque, afinal, quem nos conhece melhor que nós mesmos? Enfim, fato é que hoje eu vou falar de mim e o que eu acho de mim. </confusão>

Quando eu morava em João Pessoa, lembro que estava estudando sobre psicologia da educação e lá aprendi sobre um tal de Vygotsky e sua teoria a qual dizia que as crianças aprendem graças a uma Zona de Desenvolvimento Proximal que nada mais é, em suma, do que “aprender com o mais velho” ou no “siga o exemplo”. É lógico que eu estudei outros grandes pensadores, mas, como tudo na vida, só o que nos marca são aquelas coisas que de certa forma são mais importantes pra a gente.

Acho que o que eu sou hoje, eu só sou porque desde pequeno sempre fui muito voltado a fazer as coisas perfeitamente e tentar seguir os exemplos idem. Acho que graças a isso e graças também ao meu escudo, eu não consigo parar a mente um só segundo. É constante. É constante mesmo! Fico arquitetando o que fazem, o que falam e em tudo eu tiro lições. E isso acontece desde pequeno.

Primeiro eram os coleguinhas do colégio, sempre implicando com o estranho. Depois em casa com os ciúmes dos meus tios sobre mim (eles 20 e tantos, eu 3). Já cheguei a ser humilhado porque queria um prato de comida. Logo em seguida veio o nascimento do meu irmão e o esquecimento (que é normal) do irmão mais velho (eu). Junto a isso veio a separação dos meus pais e o conceito de que sou apenas uma pensão. Daí vem os amores, vem os amigos e nisso tudo só vou me formando na minha faculdade pessoal.

Não quero, nem gosto que tenham pena de mim, tanto é que eu sei o que significa ter pena. Macaco velho, hã? Eu juro que não queria ter descoberto tanta coisa do ser humano. Se existisse um botãozinho pra eu apertar e apagar boa parte das coisas que eu sei, eu ficaria muito feliz em pressioná-lo agora mesmo! Falta algo inédito, falta alguém que me surpreenda diariamente, mas todo mundo é tão igual… todo mundo diz as mesmas coisas que eu já disse, faz as mesmas coisas que eu já fiz ou tem as atitudes que eu já previ. Ineditismo já!

Talvez eu esteja namorando agora pra experimentar esse algo novo. Ele é completamente diferente de mim. Estou gostando dessa instabilidade que nos está regendo. Pelo menos é algo novo. Mas e quando eu prever tudo dele? Como vai ficar?

Enfim, vamos andando. Alimentando-nos dessa ração sempre igual. Quem sabe isso é viver.





Aco… o quê?

7 11 2008

Acostumar-se. Acho que não existe outro verbo preposicionado que eu não saiba conjugar tão mal quanto esse. Eu não me acostumo com certas idéias, não me acostumo com sentimentos que sinto, não me acostumo com a rotina de uma universidade, de uma academia, de um grupo, de um lugar qualquer.

desespero2





Parou por quê!? Por que parou?

5 11 2008

Querem saber por que ultimamente aqui anda parado? É porque muita gente já sabe desse blog. Infelizmente eu não queria que informação vazasse, mas é que com esta internet é meio inevitável aquela não fluir. Entretanto não vou deixar de postar ;) só vou mudar mais uma vez de endereço, ou não.

Aliás, acho que não vou mudar, não. Vou continuar. É uma pena espalharem por aí coisas ao meu respeito, isso só mostra o excesso de ócio que tem na vida alheia e que como deve ser mal amada estas pessoas que me bisbilhotam a vida. Não tenho raiva dessas pessoas, nem pena, não sou tão clichê assim. Só não entendo por que elas fazem isso. Quer dizer… vamos analisar por uma perspectiva menos egocêntrica, vamos nos colocar na pele dos seres viventes que fazem o que fazem.

Primeiro, eu só iria me interessar em olhar a vida de uma pessoa, tintim por tintim, se eu quisesse algo a mais com ela. Sim! Namorar! Nesse quesito, eu realmente procuro saber até se a pessoa escreve os pingos  nos is corretamente, etc. Segundo, bom… acho que não tem segundo motivo. Será que fazem por gostarem de fazer o mal? Não acredito que existam pessoas que gostem de fazer o mal. :o juro! Se não leva a nada só a mais ruindade, por que danado fazer!? Não mesmo!

Enfim, me decidi! Não vou largar o blog e que se lasquem as opiniões alheias sobre a minha vida. 8)