Valeu, São Pedro, se era isso que querias, conseguiste com todas as letras!
Hoje o dia inteiro foi nublado, como meus olhos. Nunca vi romances americanos pré-fabricados e dublados fazerem tanto sentido como num dia assim. Muito menos as músicas de Chico! Parece que elas criam asas e… enfim! emocionam pra caralho! Mas nada, nem filmes, nem músicas, conseguem me remeter a outra coisa a não ser o motivo pelo qual estou escrevendo este quarto post seguido.
Acho que já me decidi e já pus um ponto adequado a esta estranha história. Digamos que eu sou o psicopata, ainda muito apaixonado pela mocinha do filme; aquele que voa, se declara, compra o mundo pra ver se acha alguma coisa que a deixe também apaixonada por ele. Não basta ser apaixonante, tem que apaixonar. O psicopata que a acha linda de cabeça pra baixo, pintada de roxo ou suja de carvão. O psicopata que a acha interessante até nos dribles e até nas bolas fora que ela dá nele. O psicopata que perde o senso do ridículo e se expõe diariamente e sempre que pode, pra ver se ela um dia acorda de bom humor e diz querer beijá-lo.
Se querem saber, me ofereço de tapete a quem consegue me conquistar e a ele “i serve my head up on a plate” e opto viver esse sentimento platônico completamente unilateral, pelo menos vou estar com a consciência limpa ao saber que sinto por ele a mesma emoção que suas feições me sujeitam pensar: angelicais e sublimes.
Te adorando pelo avesso
Pra mostrar que ainda sou tua!
Boa noite e boa aula!
