É tudo e nada?
Ser radical? Será que isso é tudo (ou nada)? Ou o que voga é o meio-termo de uma vida mais ou menos? O que importa é viver ou ser vívido? Entenda a questão: a gente deve viver pela razão ou ser fruto da emoção? Surge agora outra dúvida: devemos? Devemos nos preocupar? Eis o embate entre emoção e razão do que sempre me esquivo. Não quero me fechar, me enclausurar num comedimento traumático. Não é porque vejo uma história se repetindo que ela vá ter o mesmo final. No final eu gosto de amar. Assim, sem retorno, completamente gratuito. Pois é! Eu amo! E não segue uma regra de esperar três anos pra que isso ocorra. Não me julguem! Ou julguem, vocês são livres. Por favor, me ensinem a ser livre! Porque esses assuntos que não me competem entender me incomodam muito.
amor tem q ser sem retorno e gratuito, senão não é amor.