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este é meu melhor blog.

dezembro 5, 2011

tenho dito.

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Embrace my heart and stay.

dezembro 5, 2011

Oi, meu amor. Eu não me esqueci de você. Não consegui retirar da memória tudo aquilo pelo que passamos. Fui falho no quesito olvidar. E o pior é que eu não queria ser imperfeito pra você, mas é só o que sei ser. Saudade é pouco diante do que sinto. Descompensado, aéreo, corroído,  ressacado, enovelado, empoeirado. Eu ainda lhes amo demais. Todos vocês. E odeio ser apenas um para vocês. Não gosto de só passar, mas é assim que são as coisas, né? Viver é complicado, meus lindos, eu acho. Eu sinto sua falta, de como eu conseguia suportar a tudo porque eu te tinha. não dá pra controlar. a escrita me abandona sempre. e eu desisto de sentir, de viver… eu só queria uma linha pra seguir, mas eu tirei as viseiras e vejo que não há só uma linha pra ser percorrida. os nossos amores são assim. Não amei todos vocês, ainda os amo, amos.

foda-se.

junho 16, 2011

Por que essa dor? Por que eu opto em sofrer assim por você? Por que eu fico relembrando tudo que vivemos? Por que tu me trocaste assim tão facilmente? Eu tô arrasado. Não quero fazer um post poético. Só tô tentando desesperadamente vomitar tudo isso pra ver se ajuda. Eu não queria te perder, bô. Não queria! Eu queria que fosse tudo verdade o que você me disse: as promessas, os beijos infindos, a casa, o abraço… Qual o meu erro? Por que não damos certo? Cadê você? ‘Você não me ensinou a te esquecer.’

Saudades estranhas.

junho 10, 2011

Eu só queria te exorcizar de mim. Arrancar todas as marcas intensas das suas juras eternas. Desistir desse desarranjo de insistir no rearranjo. Porque é assim que temos que continuar: você sem mim, eu em você. Até que eu me desamarre, amém!

 

:(

fevereiro 17, 2011

nãoqueriaterdeconfessarissomasachoquenãotenhoumamigopramedarumabraçoaquiagora.

É tudo e nada?

fevereiro 14, 2011
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Ser radical? Será que isso é tudo (ou nada)?  Ou o que voga é o meio-termo de uma vida mais ou menos? O que importa é viver ou ser vívido? Entenda a questão: a gente deve viver pela razão ou ser fruto da emoção? Surge agora outra dúvida: devemos? Devemos nos preocupar? Eis o embate entre emoção e razão do que sempre me esquivo. Não quero me fechar, me enclausurar num comedimento traumático. Não é porque vejo uma história se repetindo que ela vá ter o mesmo final. No final eu gosto de amar. Assim, sem retorno, completamente gratuito. Pois é! Eu amo! E não segue uma regra de esperar três anos pra que isso ocorra. Não me julguem! Ou julguem, vocês são livres. Por favor, me ensinem a ser livre! Porque esses assuntos que não me competem entender me incomodam muito.

Azeviches.

fevereiro 1, 2011

Me sinto frágil. Logo eu, essa fortaleza de diamante! Tenho medo de mim. Do que eu tenho me feito. É insuportável conviver com o inimigo assim tão íntimo! Uma angústia me consome. Sinto um demônio engasgado na cabeça. Quero só luz para alumiar minhas dúvidas azeviches. Alguma sábia palavra para me confortar, please!!!